O esporte é sobre como se compete, como se trata o adversário e quais valores se carregam dentro e fora da quadra. Essa crença está no cerne de uma decisão histórica das Nações Unidas, que designou o dia 19 de Maio como o Dia Mundial do Fair Play, uma comemoração global, para celebrar a prática do desporto num espírito de amizade, solidariedade, tolerância e inclusão, livre de discriminação em todas as suas formas.
O objetivo do Movimento Olímpico, conforme consta da Carta Olímpica, é promover e contribuir para a prática do desporto num “espírito de amizade, solidariedade e fair play”. O espírito de jogo limpo inclui a observância das regras, o respeito pelo adversário e o combate à violência e ao comportamento injusto.
Para a Federação Internacional de Handebol, os valores consagrados no Dia Mundial do Fair Play estão presentes em tudo o que a IHF trabalha, desde os programas de desenvolvimento de base que levam o handebol às comunidades em todos os seis continentes, até os principais Campeonatos Mundiais que unem as nações sob o mesmo teto, unidas por um amor compartilhado pelo jogo.
O handebol, por sua própria natureza, é um esporte de conexão. É rápido, físico e coletivo, um jogo que exige respeito e confiança entre companheiros e adversários. Cada vez que um jogador estende a mão após uma dura batalha, cada vez que uma multidão aplaude um momento de genuíno espírito desportivo, o espírito de fair play ganha vida exactamente da forma que as Nações Unidas imaginaram quando estabeleceram este dia.
O Dia Mundial do Fair Play serve como um lembrete anual de que o desporto tem uma responsabilidade num mundo onde a divisão e a intolerância continuam a ser desafios prementes. A arena desportiva oferece algo raro: um espaço onde pessoas de origens muito diferentes competem em igualdade de condições, unidas pela mesma paixão. Isso é um privilégio e vale a pena celebrar e proteger.
A IHF continua empenhada em garantir que o andebol continue a ser uma força para o bem, um desporto que constrói pontes e demonstra, jogo após jogo e competição após competição, que os valores do fair play não são aspiracionais, mas alcançáveis e visíveis.
